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08/01/2014

Vinho também tem literatura Outro dia me ligou para comprar vinhos um cliente novo chamado Claudio Giordano



Outro dia me ligou para comprar vinhos um cliente novo chamado Claudio Giordano. Ele me contou que organiza duas vezes por semana a biblioteca de Juan Carlos Reppucci. Essa é considerada a maior biblioteca particular de livros de vinhos do mundo. Uma semana dpois, chegou ao meu escritório uma caixa de presente. Abri e deparei com a mais linda coleção de livros que já conheci. Livros todos sobre vinhos e feitos à mão e ainda por cima com gravuras desenhadas nas capas, com papéis coloridos em volta dos livros. Maravilhoso.

Vieram 11 livros pockets de vinhos e que me faziam lê-los compulsivamente. Um dos trechos fala de um vinho da região da França e das sub-regiões de Bordeaux, Medoc e St. Julien.

Bordeaux é uma das regiões produtoras de vinhos mais sofisticada do mundo. Vinhos na sua grande maioria caros e magníficos. Exemplares de muita elegância. São feitos na sua grande maioria por algumas uvas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot. No caso do vinho que iremos falar ele custa em média R$ 5900,00 e possui no corte as seguintes uvas: Cabernet Sauvignon e Merlot 60-70% 20-30% com Petit Verdot e Cabernet Franc.

Livro: Vinho vivo – Roberto Cipresso

“Não sei se com estas páginas consegui explicar por que. Mas, um dia, bebendo um vinho, chorei. Era o inverno de 1999: com dois amigos sentava-me num bistrô de Paris; não estava melancólico, nem particularmente emocionado. Conversávamos sobre vinho e a vida, entre estantes de madeira escura que serviam de paredes ao minúsculo recinto, e procurávamos defender-nos da corrente de ar frio que se infiltrava pela porta. Pedimos uma garrafa, que nos foi trazida e aberta.

"Coube a mim sentir o aroma, provar, auscultar aquele vinho. Era do ano de 1900, um Léoville Poyferré, de garrafa grossa e etiqueta desbeiçada. Ao nariz aquele vinho sabia a musgo, lírio - contravale, vegetação de bosque. Procurei sentir melhor o aroma. Então percebi folhas maceradas; em seguida vieram os fungos e por fim, trufas. O primeiro gole atordoou-me por um instante. Era um vinho persistente, que deixava no paladar traços indelével, uma nota mineral profunda, profundíssima, mergulhada quiçá nas profundezas da terra e da história.

"Depois, de improviso, espocaram notas balsâmicas de menta, carregadas de frescura, que voltavam ao nariz pelo palato. Perdi a fala. Aquele vinho recorda-me que, diferente de todo o resto, deveras nobilíssimo, fragmento de uma época, o vinho, todo vinho-é vivo. Vive no tonel, na garrafa, vive de mil maneiras. Mas, é vivo, e quer recontar a sua história. Mesmo depois da sua geração”.


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