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Minha Vida Animal

15/10/2014

Quando os cães chegam à velhice Eles são fofinhos, engraçados, brincalhões



Eles são fofinhos, engraçados, brincalhões... Quem não adora pegar e brincar com um cachorrinho ou gatinho filhote? Eles vão crescendo, se tornam “adolescentes” desordeiros e aprontam todas! A casa vira um território de terroristas: sapatos ruídos, sofás arranhados, cortinas destruídas e jardins redecorados. Os donos ficam furiosos e muitos resolvem se desfazer do animal. Mas, é só uma fase, que passa rápido. Por volta dos dois anos, eles começam a criar juízo.

O tempo passa, eles ficam adultos e sossegam. Aos poucos, parece que toda aquela energia vai se esvaindo. Eles se tornam menos ativos, preguiçosos e dorminhocos. É... Assim como acontece com os seres humanos, o tempo é implacável. Só que, para eles, a vida é muito mais curta. Aliás, algo que sempre questiono. Por que nossos amigos e companheiros têm uma vida tão curta em relação à nossa? Não precisaria que vivessem 100, 200 anos como as tartarugas, mas não poderiam viver 30, 40, 50 anos, para que envelhecêssemos juntos?

Para os cães de porte grande, a fase geriátrica chega mais cedo, por volta dos sete anos, enquanto os pequenos envelhecem aos 10 ou 11 anos. Já os gatos, especialistas em medicina felina explicam que começam esta fase da vida a partir dos 12 anos. Hoje, é cada vez mais comum ver cães com 15, 20 anos e vivendo bem durante a velhice. Esta longevidade depende de vários fatores como predisposição do organismo, alimentação, qualidade de vida e os cuidados que ele recebeu durante a sua vida e, principalmente, quando começou a envelhecer. Por isso, devemos ficar atentos aos sintomas de doenças que podem acometer seu pet. Assim, você poderá preveni-las ou diagnosticá-las a tempo do animal receber o tratamento adequado. Isso certamente prolongará a vida de seu amigo.

Saiba reconhecer algumas alterações no comportamento do seu amigão

Metabólicas: ganho de peso, maior sensibilidade ao calor e ao frio.

Pelagem: embranquecimento, rarefação de pelos, pele mais seca, crescimento das unhas.

Locomotoras: dificuldade para se movimentar, atrofia muscular, artrose.

Sensoriais: déficit auditivo, catarata.

Gastrointestinais: tendência à diarreia e constipação, dificuldade para digerir os alimentos.

Sistema nervoso central: perda do treinamento higiênico, alterações no sono, latir (ou uivar) para o nada, caminhar sem rumo (sintomas associados à síndrome da disfunção cognitiva).

Imunodeficiência: maior suscetibilidade a infecções, ocorrência de neoplasias (câncer).

Orais: dificuldade de mastigação, desgaste e perda de dentes.

Alguns cuidados para facilitar a vida do seu animal idoso

• Substituir a ração habitual por outra mais atrativa e de fácil absorção.
• Estimular os animais mental e fisicamente.
• Leve-o para passear, para que mantenha contato com outras pessoas e animais.
• Leve-o ao veterinário para fazer check-ups geriátricos a cada três ou, no máximo, seis meses.
• E, principalmente, dê-lhe muito carinho e atenção pra que continue a se sentir querido por você e pela família. Lembre-se que ele foi um amigo e companheiro fiel, durante a sua curta vida.


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Angela Miranda

Angela Miranda, jornalista, geógrafa e moradora da Granja Viana há 30 anos.

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