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13/01/2022

Covid: número de infectados explode e sistema de saúde volta a ficar em alerta


Em 24 horas, o Brasil registrou 87.471 casos de covid-19 e 133 mortes associadas a complicações em consequência da infecção pelo novo coronavírus. 

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quarta-feira (12) e mostram a evolução da curva de casos de covid-19 no país. Há uma semana (5), o número de diagnósticos positivos foi 27.267, três vezes menor do que o registrado hoje. Com os dados desta quarta-feira, a soma de pessoas contaminadas pelo vírus chegou a 22.716.931. 

A explosão de casos que já estavam estabilizados no começo de dezembro e voltaram a aumentar com a chegada a variante ômicron e com os de festejos de fim de ano,  também se reflete nas cidades.

Em Cotia por exemplo, o número de infectados aumentou mais de 300%  após as festas de final de ano, segundo levantamento do site Cotia&Cia. Na última quinzena de 2021 os boletins da Vigilância Epidemiológica da cidade apontavam que 82 pessoas haviam se infectado com o novo coronavírus. Já nos primeiros 11 dias de janeiro, o número de infectados foi de 346. 

Desde o inicio da pandemia, a cidade contabiliza 17.375 casos confirmados da doença e 723 mortes. A maioria das vítimas da doença na cidade tem entre 30 e 49 anos de idade e tem doenças preexistentes, como diabetes e cardiopatias. A média móvel é de 30 novos casos por dia. 

De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde, a cidade de Cotia, nesta quarta-feira (13), estava com 42% dos leitos de enfermaria e 39% dos leitos de UTI ocupados com pessoas com complicações da doença.

Falta de testes 

O aumento de infecções  acumulada com o surto de gripe Influenza H3N2 lotou pronto atendimentos das cidades e provocou grande procura por testes de covid nas farmácias e postos particulares, mas estes já estão em falta.  Na Granja Viana, por exemplo, o posto fixo no complexo comercial no km 22 tem longas filas diariamente e em alguns momentos chega a comprometer o fluxo de trânsito na rodovia. A busca por testes  particulares faz pessoas rodarem de farmácia em farmácia, sem sucesso.

A falta de testes, segundo a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) se deve pela falta de insumos. 

Em nota técnica emitida nesta quarta-feira (12), a entidade sugere a priorização de pacientes graves para a realização dos exames. 

Pela escala proposta pela associação, devem ser testados primeiro os pacientes com maior gravidade de sintomas, casos de hospitalização e cirurgia, pessoas de grupos de risco, gestantes, trabalhadores assistenciais da área da saúde e colaboradores de serviços essenciais.

A Abramed aponta que “a alta transmissibilidade da nova variante Ômicron causou aumento exponencial de casos, o que vem demandando significativo aumento da  capacidade produtiva global de testes”. 

A entidade ainda alertou que se não houver recomposição dos estoques “rapidamente”, poderá ocorrer falta de oferta de exames. Isso ocorre tanto para os de tipo PCR, como de antígeno. “Quando avaliamos as notícias que vêm de outros países, de que eles já estão sem insumos, é certo que o problema chegará ao Brasil”, diz a associação. 

No mesmo dia, o governo do Estado anunciou a aquisição de 2 milhões de testes rápidos de antígenos que serão disponibilizados até fevereiro aos municípios do Estado para ampliar as políticas de testagens e o monitoramento de casos de coronavírus.

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